O tema deste estudo desperta contínuo interesse na atualidade em razão do entrechoque entre as cosmovisões naturalistas e teístas e da alegada oposição entre ciência e fé. A questão específica sob discussão é se o relato da criação no livro de Gênesis deve ser tido como mitológico ou histórico. Airton Barboza faz um levantamento das posições dos intérpretes nos últimos séculos e passa a demonstrar que a cosmogonia do Gênesis não possui as características literárias e estilísticas dos antigos mitos criacionais. Em especial, o relato bíblico difere marcadamente das mitologias dos babilônicos e cananeus, vizinhos de Israel. Ele também argumenta que tal relato não está vazado em linguagem poética, uma característica dos mitos antigos, porque lhe faltam os principais traços da poesia hebraíca. Finalmente, mostra as deficiências da interpretação sociológica do texto. Sua conclusão é que a maneira como muitos exegetas relem o início do Gênesis reflete mais os seus pressupostos críticos e ideológicos do que a intenção original do autor bíblico. A Análise do Prof. Airton Barboza é uma contribuição significatica para o estudo desse tema tão candente e atual." Dr. Alderi S. Matos (Th.D.) - Centro de Pós-Graduação Andrew Jumpe
| Peso: | 287 g. |
| Páginas: | 184 |
| ISBN: | 9788563607126 |
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